Coisas randômicas e alguns blá blá blás! #2

fevereiro 19, 2013






























Sabe uma coisa maravilhosa que é fácil de esquecer? Se encantar! É, se encantar, despretensiosamente. Ver e ficar admirada com alguma coisa sem muita razão, motivo ou sem esperar nada em troca. 

Quer um exemplo? Se apaixonar por alguém, mas essa paixão é só sua, a outra pessoa nem precisa ficar sabendo. Você se apaixona e pronto, é divertido, é leve e não tem neuroses, insegurança. É só, pela simplíssima razão de ter um sentimento como o de gostar de alguém pelo corpo, ativando sorrisos e fazendo o coração palpitar. Discos voadores na barriga!

Não dá pra guardar no fundo da gaveta a capacidade de se admirar pelas coisas. Vida sem espanto, sem encanto, sem "nossa" é muito chato. É ler um livro sem final, quer dizer, é ler um livro e não conseguir inventar um final. 






















Acho que outra maneira surpreendente de encontrar dentro de si aquele encanto gostoso que às vezes tem sono pesado, é viajando. Tem gente que não gosta né! Ok. Eu adoro e viajo menos do que deveria e muito menos do que queria. Já viajei de avião, helicóptero, na carroceria do caminhão, de carona, de carona só para ir, sem ter como voltar, rs, à pé por 15km (vai por mim, é muito)! Viajei pra hotel, pra sala de aula, pra barraca, pra albergue. Andei bastante pelas estradinhas de Minas Gerais e tomei muitos cafés com rapadura. Gostoso, docinho e sempre surpreendente. Ver estrela cadente, cachoeira e eclipse, mas eclipse mesmo, sem vampiro, o que me faz lembrar de uma vez quando uma menina de uns 13 anos disse para mim o seguinte:

-Menina (alegre e sorridente): viiii eclipseeee hojeeeee (é, nenhuma noção de onde está a silaba tônica, hoje em dia é assim né?);
-Eu (com cara de surpresa e olhando para o céu, estava a noite): onde, onde, onde, onde? Quero ver também!;
-Menina (rindo muito da tia velha, lê-se: eu): Laura, no cinema, o filme da saga Crepúsculo;
-Eu (completamente blasé): á.



Hahahaha, não dá para não rir, ok, talvez você ache esse diálogo tosco, mas foi engraçado imaginar que a menina tinha dito que viu um eclipse mesmo, poxa, na minha época, eclipse ainda significava o que é de verdade: um eclipse, ora bolas! Fiquei decepcionada! Rs! Joga no Google a palavra Eclipse para você ver o que acontece! Vai lá, se tem coragem! 























Mas voltando ao tema amor, porque hoje estou apaixonada (amanhã não sei, mas é exatamente aí que está a mágica da coisa toda, não é preciso saber) olha a maquiagem da Emma Stone que coisa mais amada, muito amor para um make só, vamos dividir a inspiração e esperar a sexta feira (eu em casa e vocês se acabando na balada)!


























Hoje aprendi uma palavra nova e foi tão fantástico descobrir essa palavra porque era exatamente a que eu estava precisando para descrever o que eu estava sentindo. A palavra? Serendipidade, que é uma aptidão para descobrir coisas agradáveis por acaso e foi depois dessa descoberta por acaso que fiquei apaixonada! Coisa boa!

Legal que essa palavra Serendipidade me lembra a palavra sereno, de serenidade, paz, calma...e se eu fizer a associação delas fica mais encaixadinho com meu estado de espírito! Bonito!

Chega de blábláblá! O texto desse post é para ser assim mesmo, estranho, horrível, engraçado, lindo... o que você quiser, porque tanto faz! No próximo espero ter algo bem mais útil para escrever, mas nhééé acho que não, mesmo assim estarei aqui sem codinome, sem heterônimo, apenas eu, exercendo o prazer de escrever bobagens e me encantar!